sábado, 13 de junho de 2009

NOTÍCIAS PROJETO MARASCA-UNESP-FAPESP

Olá,

fotos dos alunos trabalhando na sala de informática estão disponível no blog da Escola Marasca, num post do dia 10 de junho.

confiram!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

NOTÍCIAS PROJETO MARASCA-UNESP-FAPESP

Tivemos a reinauguração da sala de informática da escola.
A Professora Dirlene fez a apresentação do projeto para os demais professores.

confiram aqui

sábado, 30 de maio de 2009

NOTÍCIAS PROJETO MARASCA-UNESP-FAPESP

Um projeto semelhante ao nosso é desenvolvido por pesquisadores do Instituto Freudenthal na Holanda.

segue um resumo. Para mais detalhes visitar http://www.fi.uu.nl/tooluse/en/

Tool Use in an Innovative Learning Arrangement for Mathematics
Although technology is integrated in education, little is known about the relationship between the use of technological tools and cognitive development, and the way in which the teacher ‘orchestrates’ tool use. This issue is addressed for the case of mathematics education. The theoretical framework consists of domain specific theories, activity theory and the instrumental approach. In a design research methodology, an innovative instructional sequence using applets is developed and tested in grade 8.
To investigate the interplay between learning, teaching and the use of technological artefacts within a suitable learning ecology, the following research questions specify the more general research topic:
1. How can applets be integrated in an instructional sequence for algebra, so that their use fosters the learning?
2. How can teachers orchestrate tool use in the classroom community?
The first question concerns the individual learning. As a paradigm, the study focuses on the use of applets to develop the concept of function, and in particular on working with chains of operations. The concept of function is essential in algebra and calculus, but students have difficulties to make a shift from functions as local calculation processes to functions as global mathematical objects that signify unidirectional dependence relationships and can be submitted to operations of a higher order. The design of a specific instructional sequence for this topic serves as paradigm for more general knowledge on the influence of the use of technological artefacts on learning.
The second research question focuses on classroom practice and on the role of the teacher, which is identified as an important factor in the integration of technology.
The results of the study include a theoretically and empirically based local instruction theory on learning the function concept with technological artefacts, a framework for orchestration of tool use in mathematics teaching, and a more general elaboration of the theoretical framework for using computerized artefacts in education, which this study is a case of.
Involved in: research, curriculum development, IT
Supervisor prof. dr. Koeno Gravemeijer
Project leader dr. Paul Drijvers
Staff Peter Boon, dr. Michiel Doorman, dr. Paul Drijvers

segunda-feira, 25 de maio de 2009

NOTÍCIAS PROJETO MARASCA-UNESP-FAPESP: MOTIVAÇÃO

Contribuição de Willian Bala.

Quero compartilhar um texto que estudei sobre MOTIVAÇÃO na disciplina de psicologia.

a referência é: Herbert J. Klausmeier, William Goodwin – MANUAL DE PSICOLOGIA EDUCACIONALl; “Aprendizagem e Capacidade Humana”; 1977.


..........Literatura, arte, drama, música, religião – tudo isso reflete motivos humanos. Autores e artistas retratam os amores e ódios de homens e mulheres, sua luta por precessões e conhecimento, sua busca de amor, segurança, paz – de tudo que consideramos essencial para a felicidade. Estes comportamentos são intensamente motivados, como bem sabemos, mas não são bem compreendidos mesmo por psicólogos.

..........Os psicólogos têm estudado motivos humanos por apenas algumas décadas. Várias teorias de motivação têm sido formuladas. Cada teoria (Teoria associacionista, Teoria Cognitiva, Teoria humanista e Teoria Psicanalítica) tenta explicar como o comportamento humano é ativado e dirigido. Devido à riqueza e diversidade da motivação humana. Há diferenças nas explicações dos teóricos.

..........O professor tira proveito do estudo de teorias de motivação por causa de sua auto-significação para a compreensão do comportamento humano. Mas isso não é tudo. Todos os dias as crianças vão à escola. Elas variam muito em seu desejo de aprender e também em suas reações a tentativa do professor para motivá-las. Para satisfazer estas situações diárias, o sistema de valores do próprio professor entra em cena, baseado tanto em teorias de motivação como em princípios validados de motivação.

..........Neste sentido vamos focar em dois conceitos sobre o COMPORTAMENTO DO PROFESSOR.

1. Focalizar a atenção do aluno em objetos desejados

Teóricos de todas as convicções concordam que a ativação e a direção são essenciais para se iniciar qualquer sequência de atividades. Os cognitivistas, particularmente usariam meios verbais e não verbais para focalizar a atenção do aluno; quanto mais jovem o aluno, menor a quantidade de verbalização. De acordo com este ponto de vista, o professor apela para mais de um sentido, geralmente tanto para a visão quanto para a audição, e algumas vezes também para o olfato, tato e calor. As propriedades do ambiente que pode ser usada para focalizar a atenção são: mudanças, movimento, tamanho, intensidade e vivacidade. Estes mesmos procedimentos despertam a curiosidade. A curiosidade se manifesta em ver, ouvir e outros comportamento de prestar atenção que o individuo dirigi para objetos e eventos novos.

2. Fornecer “feedback” informativo

O “feedback” visual ajuda-o a manter seu carro na pista da estrada. Você corrige a orientação do carro controlando a direção das rodas. De modo semelhante os alunos precisam de um “feedback” que lhes diga o que é correto ou incorreto nas disciplinas. Com este “feedback” e alguma ajuda para superar erros, os alunos irão melhorar seus desempenhos.
Fornecer “feedback” fortalece o motivo para conseguir sucesso e também supre a informação necessária, de modo que um ato pretendido possa ser completado. Num experimento de sala de aula em larga escala, 74 professores administraram algum teste que seria feito novamente no decorrer do ensino de seus próprios alunos (Page, 1958). Os alunos que não tinham consciência de que o experimento não estava em andamento, foram casualmente designados para um dos três tratamentos experimentais. Os alunos “sem comentários” receberam de volta os seus testes com apenas com o número de questões certas, sem nenhum comentário. Alunos “comentário livre” receberam, adicionalmente, qualquer comentário que o professor achasse desejável fazer. Os professores foram instruídos para escrever qualquer comentário que lhes ocorresse; não havia comentários certos ou errados, pois o comentário devia se conformar aos próprios sentimentos e práticas do professor. Alunos “comentário específico” receberam certos comentários que foram designados antemão para cada letra, como se segue:

A: Excelente! Continue assim.
B: Bom trabalho. Continue firme.
C: Que tal tentar melhorar mais?
D: Vamos melhorar isto.
E: Vamos aumentar esta nota!

..........Todos os alunos receberam as notas no teste, como de hábito. No próximo exame objetivo, o grupo “comentário livre” teve resultados significativamente superiores aos dos outros grupos; e o grupo “sem comentário” teve resultados significantemente inferiores. Assim, comentários informativos precisos e espontâneos, feitos pelo professor, tiveram um efeito facilitador sobre a motivação do aluno e sobre seu subsequente desempenho.

SOBRE O FRACASSO ESCOLAR

Quem fracassa com o fracasso escolar?



Uma pergunta incômoda, um debate indispensável


Por Mabel Del Giúdice
Tradução: Carla Jimenez



Crédito: Alexh – DreamstimeA problemática do fracasso escolar constitui um tema controverso. Quem fracassa? A criança, a família ou a escola? O fracasso acontece em função das dificuldades para aprender? Quais são os alcances do fracasso escolar? Este artigo se propõe a começar uma reflexão sobre um tema que abrange diferentes fatores e agentes. Um convite ao debate sobre aspectos que podem ser transformados ao se trabalhar em conjunto.

.... leia mais no site do EducaRede

http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=revista_educarede.especiais&id_especial=405

segunda-feira, 4 de maio de 2009

NOTÍCIAS PROJETO MARASCA-UNESP-FAPESP: Gestão Curricular em Matemática

Uma contribuição de Ana Paula Inforsato

Na parte de estudo teórico lemos o texto Gestão Curricular em Matemática de João Pedro da Ponte.
Apresento abaixo um resumo com as principais idéias.




..........O que os alunos aprendem resulta de dois fatores principais: a atividade que fazem e que reflexão que efetuam. O objetivo da atividade é o que chamamos de tarefa.

..........Há diversos tipos de tarefas matemáticas (problemas, exercícios, investigações, projetos e tarefas de modelação) e essas podem ser classificadas quanto: ao grau de desafio matemático (elevado ou reduzido), ao grau de estrutura (fechado ou aberto), a duração (curta ou longa) e quanto ao contexto (realidade, semi-realidade ou puramente matemático).

..........Sendo assim o quadro abaixo organiza os tipos de tarefas:






..........Usualmente uma estratégia de ensino envolve diferentes tipos de tarefas, pois um único tipo dificilmente atinge todos os objetivos curriculares.

..........Dessa forma, a gestão curricular realizada pelo professor tem a ver com o modo como o professor interpreta e reconstrói o currículo levando em conta fatores como: características dos alunos, condições e recursos da escola, materiais disponíveis, o contexto social e os objetivos curriculares transversais. Essa gestão exprime-se em dois níveis principais: o ‘macro’ que tem a ver com o planejamento da prática letiva e o ‘micro’ que corresponde a realização dessa prática na aula.

..........A planificação de uma unidade não se reduz à seleção das tarefas, essa planificação pressupõe a definição de uma estratégia de ensino que poderá ser: ‘ensino direto’ ou ‘ensino-aprendizagem exploratório’.

..........No ensino direto a teoria surge em primeiro lugar,depois a exposição da matéria, explicações e exemplos, tudo feito pelo professor, só depois acontece a realização dos exercícios e então envolvimento dos alunos, assim o professor assume o papel principal.

..........Já no ensino exploratório, em primeiro lugar surgem as atividades em que os alunos tem que participar ativamente, depois acontece uma discussão sobre o que foi feito e o que os alunos aprenderam, dessa forma o foco principal fica no aluno e o professor deve apenas moderar essa discussão e clarificar os conceitos. Nesse tipo de ensino, a reflexão que o aluno realiza sobre o que foi feito é fundamental para a aprendizagem, mas isso não significa que todo conhecimento resulta da exploração do aluno.

..........Estreitamente ligada á gestão do currículo está a avaliação, pois essa permite detectar problemas na aprendizagem dos alunos e no seu trabalho, vendo assim se há necessidade de mudanças.

..........A gestão curricular feita na aula não é apenas aplicar o que foi planejado. Cabe ao professor explorar as situações e reformular os objetivos e as estratégias de acordo com os acontecimentos da aula. A problemática da gestão curricular, então, está relacionada a dois pontos principais: a seleção das tarefas e a construção do conhecimento.

..........Ao fazer a gestão do currículo, o professor reconstrói necessariamente esse mesmo currículo, contribuindo de modo decisivo para a sua re-interpretação e transformação.




Clique aqui e confira esse texto na íntegra. Acessado às 19:55, em 04/05/2009.

domingo, 23 de novembro de 2008

Encerramento Projeto Origami






..........Essas fotos mostram o final do projeto Origami na Escola Marasca. Durante o semestre trabalhamos com um grupo de 8 alunos da 6a. serie B na confeccao de Origami para que eles ministrassem uma oficina de Origami para os demais colegas da classe. Cada aluno desse grupo se especializou em um Origami e ficou responsavel por uma mesa. Os colegas passavam pelas mesas para aprenderem a como fazer uma baleia, um passaro, um camarao, etc.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Matemacia

Por Denival Biotto Filho


Lembro que, quando eu estava nos escolares, os livros didáticos de Geografia dividiam (e continuam dividindo) essa disciplina em dois ramos principais. Um deles envolve as características naturais existentes na superfície terrestre. Inclui o estudo da fauna, flora, relevo, Hidrografia, Geologia, Oceanografia, Climatologia, e assim por diante. Este ramo da Geografia é conhecido como Geografia Física.

No entanto, a Geografia também tem outro ramo que envolve a interação entre a sociedade e o espaço. Este ramo é conhecido como Geografia Humana. Inclui o estudo da Geografia Política, Geografia Econômica, Geografia Cultural, Geografia Social. Também está associado ao Urbanismo, Arquitetura, Ecologia, e outros.

Assim, pode-se dizer que a Geografia tem duas dimensões: física e humana. E no que diz respeito à Matemática? Será que também poderíamos falar sobre duas dimensões desta ciência? Uma dimensão que facilmente podemos identificar é a que envolve raciocínio lógico, fórmulas, demonstrações, algoritmos e assim por diante. No entanto, será que podemos identificar uma segunda dimensão envolvendo a interação da sociedade com a Matemática? Ou seja, uma dimensão que, assim como a Geografia Humana, tica, incluindo aspectos polensmensa dimensafia t inclua aspectos sociais e políticos?

Matemacia é o termo usado pelo pesquisador em Educação Matemática Ole Skovsmose para o conjunto dessas duas dimensões no ensino de Matemática. Para o desenvolvimento da dimensão sociopolítica da matemacia é importante possibilitar um ambiente que proporcione aos alunos a oportunidade de discutir e refletir sobre o papel da Matemática na sociedade.

domingo, 28 de setembro de 2008

Curso para futuros professores de matemática sobre geometria dinâmica




















..........Fizemos um curso sobre geometria dinâmica - o uso do software geogebra - em parceria com o Prof. Juarez da UNIFEOB em São João da Boa Vista. O Guilherme, aluno do mestrado da educação matemática da Unesp Rio Claro participou intensamente de todas as etapas desde o planejamento.



mais detalhes no site da UNIFEOB

http://portal.unifeob.edu.br/novoportal/index_noticias_interno.php?id=39

domingo, 27 de julho de 2008

II SHIAM - UNICAMP

















..........Apresentamos um trabalho no II Seminário de Histórias e Investigações de / em Aulas de Matemática
de 24 a 26 de julho / 2008. Organização: Grupo de Sábado - FE/Unicamp.
..........Um encontro em que professores de matemática do ensino fundamental e médio compartilham suas experiências de formação e de sala de aula.

Parabéns ao GDS - grupo de sábado - http://grupodesabado.blogspot.com

Estatística Cotidiana: WebQuest em foco

Texto enviado por Vanessa de Paula Cintra
vanessacintra@yahoo.com.br


..........Gostaria de compartilhar com todos uma experiência que tive ao participar de um trabalho coletivo cujo objetivo foi desenvolver atividades sobre forma de projeto em busca de trabalhar na Escola de Ensino Básico da Universidade Federal de Uberlândia – Eseba, o conteúdo de estatística e apresentar a metodologia WebQuest como um recurso integrante das novas Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC).
..........O plano de trabalhado foi dividido em fases de forma a propiciar um melhor tratamento da estatística. Por meio de revistas e jornais disponíveis na escola, foi feito um estudo reflexivo de tabelas e gráficos presentes em diferentes temas cotidianos, que dentre eles deve-se destacar os referentes a economia mundial e educação. Após essa atividade foi formalizado o conteúdo de Estatística para então aplicar a metodologia WebQuest que visa a fazer melhor uso da rede mundial de computadores propiciando assim aos alunos acessos as TIC, informação atualizada e estreitando as diferenças sociais.
..........Na atividade com revistas de jornais os alunos confeccionaram cartazes que tinham diferentes tabelas e gráficos os quais foram apresentados para os colegas e expostos na escola. Durante as apresentações teve-se grandes debates sócio-econômicos, políticos sobre o Brasil e o mundo, fruto da interpretação das tabelas e gráficos.
..........Já com o conceitos de estatística formalizados, a aplicação da WebQuest, que possui como problema motivador a copa do mundo, foi realizada durante duas aulas no laboratório de informática, onde os alunos(as) coletaram dados na internet, organizaram e apresentaram sobre forma de gráficos com respectivas reflexões sobre a real função do futebol na sociedade.
..........Nossa equipe formada pelo professor Dr. Arlindo José de Souza Jr., o professor disciplina, Alex Medeiros de Carvalho, dois alunos estagiários sendo eles Fernando da Costa Barbosa e eu ,Vanessa de Paula Cintra, autora deste texto. Considera que o uso desses recursos possibilitou trabalhar de forma significativa os processos de ensino e aprendizagem de Matemática, satisfazendo as orientações dos PCN quanto a Estatística, que determina que sua finalidade é de fazer com que alunos(as) sejam capazes de construir procedimentos de coleta, organização e comunicação de dados.

Caracol de Pascal





Contribuição de Guilherme Henrique Gomes da Silva

Professor de matemática da Rede Estadual Paulista

estudante de mestrado em educação matemática - unesp - Rio Claro

guilherme@rc.unesp.br

gui_camisa10@yahoo.com.br





Recentemente, estou trabalhando em uma apostila para um curso de introdução ao Geogebra. Neste trabalho, procuramos desenvolver algumas atividades com conceitos que geralmente os alunos da graduação não conhecem. Uma atividade muito simples de se realizar e muito interessante é a visualização da curva denominada de Caracol de Pascal.

Essa curva foi estudada pela primeira vez pelo matemático francês Roberval que a utilizou como exemplo em um de seus escritos por volta de 1630 denominando-a limaçon de Pascal . A referência a Pascal não é a do famoso matemático Blaise Pascal, mas de seu pai Etienne Pascal que estudou e apresentou várias definições desta curva. Uma das definições do Caracol de Pascal é a seguinte:

Definição - Consideremos uma circunferência c de raio a e diâmetro MN. Consideremos um ponto Q sobre c e a reta q definida por M e Q. Seja dado um número k<2a e marquemos sobre q dois pontos P e P´, distando k do ponto Q. Se imaginarmos o ponto Q a deslocar-se sobre c, o lugar geométrico dos pontos P e P´ é o caracol de Pascal.

Observe a curva construída utilizando o software Geogebra. Como este é um software de Geometria Dinâmica, é possível arrastar o ponto Q por toda a circunferência, sem que a figura perca suas características iniciais.



Etapas da construção:

1 – Construa um segmento AB e nomeio de a (será o raio da circunferência).

2 – Utilize a ferramenta “Circunferência dados centro e raio” e faça a circunferência com centro O e raio a.

3 – Marque um ponto M sobre a circunferência e construa a reta que passa por O e M. Feito isso, marque o outro ponto de intersecção desta reta com a circunferência e chame-o de N. Feito isso, esconda essa reta.

4- Crie o segmento MN e marque um ponto E sobre ele. Esconda o segmento MN e faça o segmento ME, nomeando-o de k (perceba que k é igual a, no máximo, 2a, onde a é o raio da circunferência)

6 – Marque um ponto qualquer sobre a circunferência e chame-o de Q.

7 – Construa a reta que passa por M e Q.

8 – Utilize a ferramenta “Circunferência dados centro e raio” e construa a circunferência com centro em Q e raio igual a k.

9 – Utilize a ferramenta “Intersecção de dois objetos” e marque os pontos P e P’, que são a intersecção desta ultima circunferência construída com a reta que passa por M e Q. Feito isso, esconda essa circunferência.

10 – Habilite a opção “Habilitar Rastro” nos pontos P e P´ e arraste Q sobre a circunferência. Se preferir, utilize a ferramenta “Lugar Geométrico” que terá o mesmo resultado.

Perceba que é possível alterar o tamanho da circunferência modificando o segmento AB e também modificar o tamanho da curva alterando o segmento ME (k).

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Sobre a escola

Ouvi um comentário da Lucia Hipolito na CBN hoje, 04 de julho, intitulado

A escola salva vidas

visitem o blog da Lucia para ler o comentário na íntegra.


www.blogdalucia.com.br

quarta-feira, 2 de julho de 2008

“Bias” nas teorias da aprendizagem?

By Ole Skovsmose





Eu quero descrever algumas fotos do livro O berço da desigualdade feito por Sebastião Salgado. As fotos demonstram situações diferentes na escola, e condições diferentes para aprender. Veremos fotos de jovens refugiados do sul do Sudão em Quênia sentados na sombra de grandes árvores. A sombra da árvore representa uma sala de aula. Um camelo caminha ao redor da sala de aula. Veremos uma foto de estudantes do Kurdistão no Iraque que levam lenha para o aquecimento da sala de aula. Nós veremos estudantes do Afeganistão muito concentrados quando o professor explica sobre cuidados com bombas e minas. Nós veremos sala de aula escura e sinistra, vazia de equipamento educacional, mas cheia de alunos. Essas fotos ilustram condições para aprendizagem.

Teorias sobre aprendizagem assumem algumas condições para aprendizagem. Quando estudamos as descrições da sala de aula publicadas em revistas de pesquisa em educação matemática, essas transcrições muitos vezes representam uma perspectiva particular sobre as situações de aprendizagem. Nessas descrições normalmente não existe muito barulho. Os estudantes têm livros didáticos. Existe um computador, se necessário. Os estudantes não têm fome. Não existe um camelo ao redor da sala de aula. Essas situações eu chamo de sala de aula prototípica: são prototípicas na a pesquisa paradigmática na educação matemática.

Mas a sala de aula que é prototípica na pesquisa da educação matemática, não é prototípica nesse mundo. As fotos no O berço da desigualdade só são especiais em relação a teorias de aprendizagem de educação matemática, mas não especiais em relação as condições das crianças ao redor do mundo. É importante lembrar isso enquanto analisamos teoricamente as práticas na sala de aula.

Referência

Salgado, S. e Buarque, C. (2005). O Berço da Desigualdade. São Paulo: Editora UNESCO no Brasil.

Novo Livro em Educação Matemática Crítica

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Participantes da escola Marasca


Após uma reunião semanal do grupo de professores

Em pé - Marli e Bala
Sentados - Rena, Miriam, Dirlene

Uma nova semana na escola Marasca


Continuidade das atividades com os alunos da 6a. série D.
Neste dia tivemos a visita do Prof. Ole Skovsmose que irá nos acompanhar na escola uma vez por semana.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Cyberchase

Continuamos nosso trabalho com os alunos da escola Marasca, de Rio Claro. São 8 alunos da 6a. série que são muito indisciplinados na sala de aula convencional e por isso trabalhamos com eles uma vez por semana numa atividade diferente na tentativa de oferecer algo que possa despertar o interesse deles.
Estamos conseguindo o envolvimento deles.
Nesta semana [17 de junho de 2008] tivemos mais um encontro dinamizado pelo Mario, Amanda e Elizabete.
Eles utilizaram trechos do desenho animado Cyberchase para propor um jogo de estratégia. Os alunos passaram quase 50 minutos [o tempo de duração da aula] pensando sobre o desafio.

Vejam aqui algumas fotos.

sábado, 31 de maio de 2008

Inclusão na escola pela tecnologia informática

Gostaríamos de disponibilizar aqui relatos de atividades na escola com o uso de TIC que procurem criar um espaço de inclusão de alunos considerados "resistentes" às propostas convencionais.

Conte aqui algum caso que você conheça!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Informática na escola


Neste ano de 2008 temos uma escola na Rede Interlink. Estamos trabalhando com a Escola Heloísa Lemenhe Marasca de Rio Claro. Nos reunimos semanalmente para estudar e preparar atividades para o estudo de geometria utilizando software de geometria dinâmica.
Somos 4 professoras da escola, 3 alunos da graduação e uma professora da universidade.
Em breve começaremos a trabalhar com as classes com o conjunto de atividades que organizamos e traremos aqui os comentários.

Vejam as fotos